Trabalho pode ajudar legisladores a tomar caminhos mais adequados em relação aos produtos de redução de danos do tabagismo.
Categoria: Biblioteca
O Direta apresenta o relatório produzido pelo Center for Black Equity (CBE), completamente traduzido ao Português.
“O uso de cigarros de marca habitual (UBC) dos participantes resultou em maior entrega de nicotina em comparação com o cigarro eletrônico e o produto de tabaco aquecido (HTP). Apesar desta diferença relativa na entrega de nicotina, os participantes relataram reduções no desejo e na abstinência entre os produtos, particularmente após o uso ad libitum. Essas descobertas sugerem que, nesta amostra de pessoas negras e brancas que fumam, os HTPs e os cigarros eletrônicos proporcionaram alívio significativo dos sintomas negativos que mantêm o tabagismo.”
Especialista apresenta coletânea de grandes revisões científicas independentes, sem conflitos de interesses, realizadas por instituições renomadas ou pelo próprio governo de um país.
Menos prejudiciais do que fumar, ajudam contra o tabagismo, menos nicotina que os cigarros e outros fatos que o Brasil ignora sobre o vaping.
“A frequência de uso das redes sociais, o consumo de outras substâncias e o uso de produtos de tabaco podem ser importantes variáveis de confusão na relação entre o marketing e o uso de cigarros eletrônicos. Essas variáveis precisam ser investigadas de forma mais aprofundada.”
Instituição declara que o vaping pode ser prescrito para pessoas adultas que fumam como forma de tratamento contra o tabagismo.
Trabalho de Bertrand Dautzenberg, Stéphane Legleye, Michel Underner, Philippe Arvers, Bhavish Pothegadoo e Abdelhalim Bensaidi
“A regulamentação excessiva dos cigarros eletrônicos entre os jovens devido à má interpretação dos resultados de estudos longitudinais pode ser prejudicial à saúde pública e ao controle do tabaco.”
Trabalho de RedBridge Group
“Quase 90 por cento dos australianos concordam ou concordam fortemente que os produtos regulamentados de vaporização de nicotina devem ser vendidos em pontos de venda autorizados, da mesma forma que os produtos de álcool e tabaco. Menos que 10 por cento discordam.”
“A desinformação em saúde é prejudicial, pois pode causar confusão e semear desconfiança quanto à adoção de recomendações e políticas de saúde pública. Fornecemos exemplos de desinformação sobre cigarros eletrônicos promovida pelas autoridades de saúde pública dos Estados Unidos, que persistiram apesar de novos dados desafiarem a validade das afirmações originais.”