Título original: Nicotine products on the market and cancer risk
Autoras: A. Pánková, K. Zvolská e E. Králíková
Periódico: Klinická Onkologie
Tipo de publicação: Artigo de revisão
Publicação: 2026
Volume e páginas: Volume 39, Suplemento 1, páginas 31–35
DOI: 10.48095/ccko2026S31
Link para o artigo: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42692840/
Citação
“A nicotina em si não é cancerígena; algumas formas de terapia de reposição de nicotina estão entre os medicamentos essenciais da OMS.”
Tradução do resumo
O tabagismo é responsável por aproximadamente 25% a 30% de todas as doenças oncológicas. Sua relação com o câncer de pulmão, por ser a mais forte, foi a primeira a ser demonstrada e, por isso, é amplamente conhecida.
Entretanto, o consumo de cigarros também contribui para o desenvolvimento de diversos outros tipos de câncer, estando associado a praticamente todas as formas da doença, com exceção do câncer de endométrio.
Os danos provocados pelo tabagismo estão relacionados aos efeitos cancerígenos e tóxicos das milhares de substâncias presentes na fumaça do tabaco. Por esse motivo, nos últimos anos, os cigarros combustíveis vêm sendo progressivamente substituídos por formas de consumo de nicotina que não produzem fumaça.
A nicotina, isoladamente, não é considerada uma substância cancerígena. Inclusive, algumas modalidades de terapia de reposição de nicotina fazem parte da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial da Saúde.
Palavras-chave: cigarros eletrônicos; produtos de tabaco aquecido; nicotina; sachês de nicotina; oncologia; snus.
